Vereadores voltam a falar sobre o plano de carreira do magistério municipal

 

 

Os professores municipais retornaram a Câmara depois que a falta de energia elétrica interrompeu os trabalhos na sessão ordinária do dia 14 de agosto. Na terça-feira, 21, eles puderam ouvir o posicionamento de alguns vereadores sobre a polêmica do projeto que trata do novo plano de carreira do magistério municipal. O vereador Élcio Teixeira (MDB) destacou o trabalho que é desenvolvido pela categoria que ultrapassa os muros da escola. "O tempo que a professora ocupa na sua casa é maior que o tempo dentro do colégio, é uma dificuldade muito grande e eu não admito que sejam tirados direitos da classe trabalhadora", afirmou o vereador. A vereadora Maria Silveira (PP) acompanhou a fala do colega. " A gente pensa que os professores é a formação, é a base de tudo, eu sou mãe de professora, conheço a luta diária dos professores, o projeto não chegou ainda, não temos conhecimento, mas eu penso que mexer com a vida das pessoas é complicado, meu posicionamento é nenhum direito a menos", destacou ela.

O líder do governo na Câmara, Eto Vargas (PP) reinterou que é preciso buscar um entendimento entre a prefeitura e os professores. "Marcamos uma reunião com o prefeito para que a gente possa tirar dúvidas e também solicitamos que a empresa que fez o projeto venha para esclarecer certos pontos", disse Eto. O presidente do legislativo, Janir Machado (PP) também concorda que é preciso haver um consenso entre as partes. "Deveria ter um entendimento entre o executivo e a categoria, não tem como votar um projeto onde um lado é desfavorecido", ressaltou Janir.

 

Vereador cobra posicionamento do SIMUSS

 

O vereador Renato Rosso (PP) protocolou um requerimento durante a sessão ordinária, cobrando o posicionamento do Sindicato dos Servidores Municipais (SIMUSS) quanto a reforma do plano de carreira dos professores do município e suas implicações. "Nós queremos saber a posição deles com relação ao plano de forma oficial, com relação aos colegas funcionários, porque é muito cômodo ficar em cima do muro e depois apontar o erro dos outros", questionou o vereador.

 

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